Tb acho que ele focou mt no petróleo, mas acho que até faz
sentido.
1º pq o petróleo é a
base da economia da Venezuela, 2º pq o petróleo tem um potencial muito grande
para restabelecer a organização econômica da Venezuela.
Como ele focou mt na questão do petróleo eu vou falar sobre
crise política.
1º crise econômica:
Além da dependência do petróleo,
Inflação.
Poder militar e corrupção
Dependência da importação subsidiada pelo governo (o que
fragiliza ainda mais a incapacidade de lidar com as interferências externas –
interferências macroeconômicas normais e as intervenções –
Taxa de câmbio (não do jeito que o tio falou, mas pela
hipossuficiência de como lidar com a as pressões externas no cambio.
Crise política: que ajuda a aumentar o efeito de vários
desses fatores de crise econômica.
A oposição atual na Venezuela é a mesma coisa do Maduro,
apenas com a diferença de ter hoje, o rabo menos preso.
A 1ª eleição do Maduro, foi legítima, ele foi eleito, com
uma margem muito pequena mas foi eleito.
O Chávez, foi eleito, com uma margem significativa, mas
morreu. Aí tiveram outra eleição, e o maduro foi eleito, normal, com margem
pequena, contra o Capriles, cerca de menos de 1% de diferença, mas mesmo assim, foi eleito, não teve nada significativo de errado nessa eleição de 2013.
O problema, foi quando ele foi perdendo muito parlamento e sentiu que perderia as eleições no final de 2018.
Ainda durante o primeiro mandato do Maduro ele resolveu
antecipar as eleições. Elas seriam em dezembro de 2018, mas Maduro resolveu antecipar
para 30 de abril de 2018. Com aviso de apenas 6 semanas. A oposição afirmou que
essas eleições em cima da hora seriam anti democráticas, e que não reconheciam
a eleição fora dos moldes da constituição.
O grupo de lima Repudiou essa ideia, vários países mandaram
nota de repúdio, declararam que era uma iniciativa ilegítima etc.
Vários países lançaram sanções à Venezuela (não foi liderada
nem coordenada pelas sanções americanas.
O grupo de lima (formado por países da América do Sul, América
Central e México) foi criado em 2017 para lidar com a crise na Venezuela.
Emitiu uma declaração que dizia reconhecer como legítimo o governo do Maduro no
primeiro mandato, e que se ele continuasse normalmente até o final do mandato e
fosse reeleito continuaria sendo legítimo, mas que se tomasse posse como
resultado das eleições de abril (que foi considerada tb por eles, como
ilegítima) seria considerado usurpador do poder popular na Venezuela por meio
de ascensão autoritária.
Maduro continuou, fez o processo de votação à moda caralha,
listou um novo parlamento sem participação da oposição (que de novo, não é flor
que se cheire) e iniciou algo entre um governo paralelo e um governo autoritário.
A culpa da oposição é grande, a oposição era/ou é igualmente
corrupta, é fragmentada, sem posicionamento de gestão definida e praticamente “obrigou”
Maduro a fazer algo parecido com o que fez.
Na minha opinião é algo parecido com o que o Márcio disse,
tirando a parte de ser autoritarismo.
Digo, Acho que é um crescente e claro autoritarismo, o que acho
complicado é o posicionamento externo.
O líder do parlamento (original) e líder da oposição, Guaidó.
Teria legitimidade e imunidade para declarações de cunho político, por outro
lado, Maduro, legitimamente ou não, se considera presidente da Venezuela, logo
o não reconhecimento do parlamento de sua posição como presidente pode ser
interpretado por ele como golpe de estado.
Guaidó foi preso depois de declarar que não reconhecia
Maduro como presidente e que considerava usurpador da cadeira. Depois foi
solto, em função da imunidade parlamentar.
Mas os 12 oficiais que participaram da prisão de Guaidó
foram presos.